A ideia de criar uma elite como a dos guerreiros Hwarang (“Juventude florescente”) partiu do rei Chinhung (Silla 576 d.C.). Apesar de o seu reino ter o seu próprio exército, os seus soldados não eram de qualidade excepcional, sendo por isso, que após tantos conflitos o seu estado não conseguia derrotar Koguryo e Paekche. Deste modo, decidiu organizar um grupo de jovens nobres, que eram considerados de extrema lealdade ao trono e que poderiam ser treinados exaustivamente em diversas tácticas e técnicas de guerra, podendo assim, com grande prespectiva de sucesso, ir para batalha contra Paekche, Koguryo e a Dinastia Tang Chinesa. Os jovens que eram escolhidos para esta posição, eram guiados por um código de ética, o Código de Hwarang:

  1. Servir o Rei com lealdade.
  2. Ser obediente aos pais.
  3. Ser honrado para com o amigo.
  4. Nunca desistir de uma batalha.
  5. Matar com justiça.

Os guerreiros Hwarang, para além de serem treinados em diversas artes de combate marcial, também estudavam Budismo e artes, como poesia e pintura. O treino destes guerreiros incluia trepar montanhas escarpadas e nadar em rios turbulentos, mesmo nos meses de Inverno rigoroso. Os seus corpos eram treinados em diversas formas de combate, incluindo treinos com armas, tais como espadas, lanças, paus, arco e flecha.

Crê-se que os guerreiros Hwarang tenham criado uma arte marcial de seu nome Su Bak. Como resultado dos seus treinos rigorosos os guerreiros desenvolviam uma enorme força nas pernas, consequentemente, a sua arte marcial enfatizava imensas técnicas de pontapés.